Investimento robusto ampliará conectividade em todo o trajeto do maior trem de passageiros da América do Sul
A Estrada de Ferro Carajás terá cobertura 4G em todo o percurso até o fim de 2026.
A Vale confirmou a expansão da conectividade em quase mil quilômetros. A ferrovia atende 27 municípios entre Maranhão e Pará. O trem terá circulação diária em 2027, conforme o contrato de concessão firmado com o Governo Federal.
A empresa concluiu a instalação de internet gratuita em 15 estações até o final de 2024.
Investimento e infraestrutura tecnológica
O projeto inclui 49 novas torres para ampliar o sinal. A iniciativa também prevê a ativação de 27 torres já existentes ao longo da ferrovia.
A Vale investirá R$ 200 milhões na implantação total da rede. A Vivo investirá R$ 40 milhões para complementar a infraestrutura.
A comunicação da ferrovia migrará de analógica para digital. A mudança permitirá maior segurança operacional e resposta mais rápida.
Tecnologias como IoT, Big Data e Analytics serão utilizadas com mais eficiência.
Operação ampliada e experiência do passageiro
As partidas de São Luís ocorrem às 8h, e, portanto, seguem o cronograma das segundas, quintas e sábados.
As saídas de Parauapebas também acontecem às 8h, e, assim, ocorrem nas terças, sextas e domingos. A viagem dura 16 horas, e, dessa forma, exige infraestrutura estável.
Com o 4G, os passageiros poderão assistir vídeos em tempo real, e, além disso, aproveitar maior estabilidade de conexão.
O maquinista terá mais visibilidade operacional, e, por isso, atuará com mais segurança. Em 2024, o trem transportou 423 mil passageiros, e o número reforça a demanda crescente.
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Impactos econômicos e sociais
A ampliação da conectividade beneficiará comunidades próximas à ferrovia, e, portanto, ampliará o acesso ao sinal 4G.
A digitalização permitirá operações mais eficientes, e, assim, reduzirá custos internos. A integração de sistemas inteligentes aumentará a precisão dos processos, e, por isso, tornará a operação mais segura.
A Vale afirma que os avanços representam parte essencial da estratégia de modernização industrial, e, portanto, seguirão ampliando a eficiência.

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