Entenda a queda de mais de 7% no preço do barril e o impacto nas bombas!
Nesta segunda-feira (23), o mercado de petróleo viveu mais um dia de tensão e surpresa. Após uma reviravolta geopolítica no Oriente Médio, o preço do petróleo desabou mais de 7%, deixando investidores e consumidores em alerta. Mas a grande pergunta que fica no ar é: “E a gasolina? Vai baixar também?”
Tensão entre Irã e EUA derruba o preço do petróleo
O motivo por trás dessa queda expressiva tem nome e sobrenome: retaliação do Irã aos Estados Unidos. Em resposta ao ataque americano ocorrido no sábado (21), o Irã lançou mísseis contra a base aérea de Al Udeid, no Catar. A ofensiva, batizada de “Anunciação da Vitória”, gerou pânico inicial e especulações sobre o possível fechamento do estratégico Estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 30% de toda a produção mundial de petróleo.

Por volta das 16h (horário de Brasília), o Brent recuava 6,67%, a US$ 70,52 o barril, enquanto o WTI caía 7,41%, sendo negociado a US$ 68,37. Uma queda brusca que poucos previam no começo do dia.
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Cessar-fogo e efeito cascata nas refinarias de petróleo brasileiras
Apesar da escalada militar, o anúncio de um possível cessar-fogo por parte dos EUA trouxe alívio imediato aos mercadoss. Com isso, a defasagem entre o preço internacional e os valores praticados pela Petrobras caiu significativamente.
Segundo a Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), a diferença de preço do diesel nas refinarias brasileiras caiu de 19% para 12% em relação ao Golfo do México. Já a gasolina está apenas 3% abaixo do preço internacional, o que diminui a pressão por reajustes.
E o consumidor brasileiro? Gasolina mais barata?
Por enquanto, o consumidor sente pouco ou quase nada na bomba. Mas, segundo especialistas, se a tendência de queda no petróleo continuar, os preços dos combustíveis podem ceder nas próximas semanas, como já sinalizou a presidente da Petrobras.
A queda internacional pode ser um respiro no bolso do brasileiro, mas tudo vai depender dos desdobramentos geopolíticos e da estratégia de precificação da estatal. E você, o que acha que irá acontecer com o preços dos combustíveis ?

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