Crise industrial na Argentina: 21% das empresas demitiram trabalhadores e 40% tiveram queda na produção, apontam dados da UIA.
A crise industrial na Argentina: 21% das empresas demitiram trabalhadores e 40% tiveram queda na produção ganhou novos contornos em outubro, quando mais de 700 companhias foram avaliadas em uma pesquisa do Centro de Estudos da União Industrial Argentina (UIA).
O estudo revela o que, quem, quando, onde, como e por que a atividade fabril atravessa seu pior ciclo em mais de uma década.
Os dados mostram que parte expressiva do setor reduziu equipes, ajustou turnos e até suspendeu operações, expondo um ambiente econômico fragilizado após quase dois anos de políticas liberais do governo Javier Milei.
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Assim, a pesquisa indica que a deterioração não é pontual, mas resultado de sucessivos trimestres de retração produtiva, de queda no consumo interno e de pressões de custo que atingem desde pequenas fábricas até grandes conglomerados industriais.
Demissões e cortes revelam a profundidade da crise
A crise industrial na Argentina: 21% das empresas demitiram trabalhadores e 40% tiveram queda na produção tornou-se evidente quando o levantamento da UIA confirmou que 21% das indústrias reduziram seu quadro de funcionários em outubro.
A retração ocorre em um cenário de “queda generalizada na produção”, como descreve o relatório.
Outras medidas de contenção também foram adotadas. Cerca de 23,5% das empresas ajustaram turnos de trabalho, enquanto 7,7% suspenderam totalmente a produção, índice que vem subindo há cinco trimestres seguidos.
Em contraste, somente 10,6% ampliaram o quadro de pessoal, percentual que tem diminuído desde outubro de 2024.
Além disso, o estudo mostra que mais de 19 mil empresas encerraram as atividades desde que Javier Milei assumiu a presidência, número que reforça a dimensão da crise empresarial desencadeada no período.
Produção em queda e setores mais atingidos
A deterioração ganha forma nos indicadores oficiais.
O desempenho industrial registrou 43,8 pontos em outubro, queda de 5,2 pontos em relação ao ano anterior.
Os setores mais impactados incluem têxtil, metais básicos, vestuário, couro e calçados, todos com perda expressiva de dinamismo.
O dado mais alarmante, porém, é que 40,3% das empresas reportaram queda na produção, contra apenas 21,3% que observaram alguma melhora.
Esse percentual reforça a centralidade da palavra-chave: Crise industrial na Argentina: 21% das empresas demitiram trabalhadores e 40% tiveram queda na produção, fenômeno que tem se ampliado mês a mês.
Consumo interno recua e pressiona o setor
O mercado doméstico, historicamente motor das indústrias argentinas, também perdeu força.
As vendas internas caíram para 47,7% das empresas, percentual mais alto que o registrado três meses antes (43,5%) e muito acima do nível observado um ano atrás (26,5%).
A demanda interna foi apontada como principal preocupação por 41% das indústrias, seguida pelo aumento dos custos, assinalado por 19,3% das companhias.
Nas exportações, o cenário também não é favorável: 25,1% das empresas registraram queda nas vendas externas, enquanto apenas 18,2% tiveram alta.
Além disso, uma em cada duas empresas afirma ter dificuldades para pagar funcionários, fornecedores ou impostos, segundo o Centro de Estudos do Sindicato Industrial Argentino.
Declarações de Milei e impacto das políticas econômicas
Mesmo diante do colapso produtivo, Javier Milei minimizou os impactos das próprias medidas econômicas.
Ele afirmou que “se a economia se abre e um determinado setor vai à falência, é porque os produtos importados são de melhor qualidade e/ou mais baratos”, afastando críticas sobre a situação interna.
O presidente também declarou que esse ajuste “não gera perda de empregos” e que trabalhadores migrariam para setores “mais produtivos”, onde seriam “mais felizes”.
Na prática, porém, os dados contradizem o discurso. Em 20 meses de governo, 19.164 empresas fecharam as portas, média de 30 fechamentos por dia, segundo o CEPA. O resultado foi a eliminação de 276.624 empregos, sendo 55.941 no setor industrial.
Indústria argentina não apresenta sinais de recuperação
A UIA alerta que a crise industrial na Argentina: 21% das empresas demitiram trabalhadores e 40% tiveram queda na produção segue se aprofundando.
A projeção é de que, sem mudanças estruturais, o país deve enfrentar mais demissões, novas paralisações e dificuldades crescentes para manter a competitividade.

Então pede pra eles virem pro país das mil maravilhas, o país do Lulinha, e pagar a maior carga tributária do planeta!! Parece piada kkkkkk
Então pede pra eles virem pro Brasil do pai Mula e pagar a maio carga tributária do planeta!! Parece piada!! Kkkkk