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Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e muda regra para motoristas

Written by Sara Aquino
Published on 05/12/2025 at 10:53
Com ampla votação, Congresso derruba veto de Lula e torna o exame toxicológico obrigatório para CNH de carro e moto.
Foto: IA
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Com ampla votação, Congresso derruba veto de Lula e torna o exame toxicológico obrigatório para CNH de carro e moto.

Em uma decisão que muda diretamente a rotina de milhões de motoristas, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e retoma, nesta quinta-feira (4/12), a obrigatoriedade do exame para candidatos às habilitações das categorias A e B.

A votação ocorreu em Brasília, envolveu Câmara e Senado, e altera a aplicação da lei que criou a CNH Social.

A mudança ocorre porque parlamentares entenderam que o teste é essencial para reforçar a segurança viária, mesmo diante do argumento contrário apresentado pelo Executivo

Com a derrubada do veto, a exigência passa a valer novamente de maneira imediata, já que o Congresso restabelece o dispositivo original incluído pelos próprios parlamentares durante a tramitação da lei.

O exame toxicológico volta, portanto, a ser obrigatório tanto para quem deseja tirar habilitação de motocicleta quanto para quem pretende conduzir automóveis de passeio. 

Votação expressiva confirma decisão do Congresso 

A sessão que tratou do tema mostrou ampla concordância entre os congressistas. 
Na Câmara dos Deputados, o placar foi de 417 votos pela derrubada do veto, enquanto outros 72 senadores também apoiaram o retorno da obrigatoriedade. 

Esse movimento reforça o peso político do tema e a intenção do Legislativo de manter o exame toxicológico como ferramenta de prevenção.

Dessa forma, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e estabelece uma nova diretriz nacional, apesar das justificativas apresentadas pelo presidente. 

Por que o exame estava no texto da CNH Social 

A regra do exame toxicológico foi inserida durante a discussão da lei que criou a CNH Social, sancionada em maio deste ano.

A iniciativa permite usar recursos provenientes de multas de trânsito para financiar a formação de motoristas de baixa renda. 

Embora a proposta original tenha sido enviada pelo Executivo, o dispositivo sobre o toxicológico foi incluído pelos congressistas.

Para eles, a medida ampliaria o controle sobre o consumo de substâncias ilícitas por condutores e fortaleceria a responsabilidade no trânsito. 

Assim, mesmo dentro de um programa focado na inclusão social, o Legislativo considerou que a checagem toxicológica deveria atingir também as categorias A e B. 

Por que Lula havia vetado o toxicológico 

Ao vetar o trecho sobre o exame, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a obrigação poderia trazer mais prejuízos do que benefícios. Segundo o veto, a exigência: 

“contraria o interesse público, pois resultaria em aumento de custos para a sociedade e poderia incentivar a condução de veículos por pessoas não habilitadas, o que comprometeria a segurança viária”. 

Para o governo, portanto, tornar o exame obrigatório poderia afastar candidatos que não teriam condições de pagar pelo teste, criando um efeito contrário ao pretendido especialmente no contexto da CNH Social

Apesar disso, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e reafirma o dispositivo anterior. 

Impactos imediatos para quem vai tirar CNH nas categorias A e B 

Com a decisão, o exame toxicológico volta a integrar o processo de obtenção da CNH para motociclistas e motoristas de carro.

A mudança deve alterar cronogramas de autoescolas, fluxos de centros de formação de condutores e despesas dos candidatos. 

Além disso, especialistas destacam que a derrubada do veto reforça um padrão de fiscalização mais rigoroso, que até então era aplicado apenas a motoristas profissionais das categorias C, D e E. 

O que esperar daqui para frente 

A decisão reacende debates sobre custos, segurança e impacto social. Para muitos parlamentares, a medida fortalece a confiança no trânsito e padroniza controles.

Para o governo, porém, pode gerar barreiras para quem está ingressando no mercado de trabalho. 

O fato é que, com a derrubada do veto, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e impõe uma mudança estrutural no processo de formação de novos condutores no Brasil. 

Em uma decisão que muda diretamente a rotina de milhões de motoristas, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e retoma, nesta quinta-feira (4/12), a obrigatoriedade do exame para candidatos às habilitações das categorias A e B.

A votação ocorreu em Brasília, envolveu Câmara e Senado, e altera a aplicação da lei que criou a CNH Social.

A mudança ocorre porque parlamentares entenderam que o teste é essencial para reforçar a segurança viária, mesmo diante do argumento contrário apresentado pelo Executivo. 

Com a derrubada do veto, a exigência passa a valer novamente de maneira imediata, já que o Congresso restabelece o dispositivo original incluído pelos próprios parlamentares durante a tramitação da lei.

O exame toxicológico volta, portanto, a ser obrigatório tanto para quem deseja tirar habilitação de motocicleta quanto para quem pretende conduzir automóveis de passeio.  

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Sara Aquino

Farmacêutica e Redatora. Escrevo sobre Empregos, Geopolítica, Economia, Ciência, Tecnologia e Energia.

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