Com ampla votação, Congresso derruba veto de Lula e torna o exame toxicológico obrigatório para CNH de carro e moto.
Em uma decisão que muda diretamente a rotina de milhões de motoristas, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e retoma, nesta quinta-feira (4/12), a obrigatoriedade do exame para candidatos às habilitações das categorias A e B.
A votação ocorreu em Brasília, envolveu Câmara e Senado, e altera a aplicação da lei que criou a CNH Social.
A mudança ocorre porque parlamentares entenderam que o teste é essencial para reforçar a segurança viária, mesmo diante do argumento contrário apresentado pelo Executivo.
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Com a derrubada do veto, a exigência passa a valer novamente de maneira imediata, já que o Congresso restabelece o dispositivo original incluído pelos próprios parlamentares durante a tramitação da lei.
O exame toxicológico volta, portanto, a ser obrigatório tanto para quem deseja tirar habilitação de motocicleta quanto para quem pretende conduzir automóveis de passeio.
Votação expressiva confirma decisão do Congresso
A sessão que tratou do tema mostrou ampla concordância entre os congressistas.
Na Câmara dos Deputados, o placar foi de 417 votos pela derrubada do veto, enquanto outros 72 senadores também apoiaram o retorno da obrigatoriedade.
Esse movimento reforça o peso político do tema e a intenção do Legislativo de manter o exame toxicológico como ferramenta de prevenção.
Dessa forma, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e estabelece uma nova diretriz nacional, apesar das justificativas apresentadas pelo presidente.
Por que o exame estava no texto da CNH Social
A regra do exame toxicológico foi inserida durante a discussão da lei que criou a CNH Social, sancionada em maio deste ano.
A iniciativa permite usar recursos provenientes de multas de trânsito para financiar a formação de motoristas de baixa renda.
Embora a proposta original tenha sido enviada pelo Executivo, o dispositivo sobre o toxicológico foi incluído pelos congressistas.
Para eles, a medida ampliaria o controle sobre o consumo de substâncias ilícitas por condutores e fortaleceria a responsabilidade no trânsito.
Assim, mesmo dentro de um programa focado na inclusão social, o Legislativo considerou que a checagem toxicológica deveria atingir também as categorias A e B.
Por que Lula havia vetado o toxicológico
Ao vetar o trecho sobre o exame, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a obrigação poderia trazer mais prejuízos do que benefícios. Segundo o veto, a exigência:
“contraria o interesse público, pois resultaria em aumento de custos para a sociedade e poderia incentivar a condução de veículos por pessoas não habilitadas, o que comprometeria a segurança viária”.
Para o governo, portanto, tornar o exame obrigatório poderia afastar candidatos que não teriam condições de pagar pelo teste, criando um efeito contrário ao pretendido especialmente no contexto da CNH Social.
Apesar disso, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e reafirma o dispositivo anterior.
Impactos imediatos para quem vai tirar CNH nas categorias A e B
Com a decisão, o exame toxicológico volta a integrar o processo de obtenção da CNH para motociclistas e motoristas de carro.
A mudança deve alterar cronogramas de autoescolas, fluxos de centros de formação de condutores e despesas dos candidatos.
Além disso, especialistas destacam que a derrubada do veto reforça um padrão de fiscalização mais rigoroso, que até então era aplicado apenas a motoristas profissionais das categorias C, D e E.
O que esperar daqui para frente
A decisão reacende debates sobre custos, segurança e impacto social. Para muitos parlamentares, a medida fortalece a confiança no trânsito e padroniza controles.
Para o governo, porém, pode gerar barreiras para quem está ingressando no mercado de trabalho.
O fato é que, com a derrubada do veto, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e impõe uma mudança estrutural no processo de formação de novos condutores no Brasil.
Em uma decisão que muda diretamente a rotina de milhões de motoristas, o Congresso derruba veto de Lula a toxicológico para CNH de carro e moto e retoma, nesta quinta-feira (4/12), a obrigatoriedade do exame para candidatos às habilitações das categorias A e B.
A votação ocorreu em Brasília, envolveu Câmara e Senado, e altera a aplicação da lei que criou a CNH Social.
A mudança ocorre porque parlamentares entenderam que o teste é essencial para reforçar a segurança viária, mesmo diante do argumento contrário apresentado pelo Executivo.
Com a derrubada do veto, a exigência passa a valer novamente de maneira imediata, já que o Congresso restabelece o dispositivo original incluído pelos próprios parlamentares durante a tramitação da lei.
O exame toxicológico volta, portanto, a ser obrigatório tanto para quem deseja tirar habilitação de motocicleta quanto para quem pretende conduzir automóveis de passeio.
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