A iniciativa combina reaproveitamento de resíduos, impacto social e eficiência ambiental, integrando parcerias locais e metas mensuráveis desde 2025.
Desde o segundo semestre de 2025, Camorim Serviços Marítimos intensificou sua agenda ambiental com o projeto Upcycling: Ressignificando resíduos, que, portanto, redefine o destino de EPIs e resíduos internos. Assim, macacões, aventais, luvas e coletes, antes descartados, passam a ser, consequentemente, bolsas, carteiras, cases de laptop, necessaires e chaveiros, ampliando valor e reduzindo impactos.
Nesse contexto, por meio do projeto, 155 kg de material têxtil foram transformados, além disso, em 600 peças recicladas, o que, por sua vez, evitou a emissão de 186,5 kg de CO2e. Assim, os resultados reforçam a economia circular e a mitigação de gases de efeito estufa, conforme métricas internas apuradas pela companhia em 2025.
Ao mesmo tempo, a iniciativa, portanto, gera impacto social ao ser realizada em parceria com o Instituto Mulheres do Sul Global. Assim, a fábrica-escola, com sede em Niterói (RJ), atua há oito anos na gestão responsável de resíduos têxteis, promovendo, consequentemente, empoderamento econômico de mulheres refugiadas, migrantes e brasileiras por meio da costura industrial.
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Enquanto isso, anualmente, a Camorim adquire, em média, cinco mil uniformes para seus colaboradores. Portanto, seguindo normas de segurança, trocas periódicas de EPIs são realizadas e, ainda assim, geram resíduos internos. Diante disso, a meta para 2026 é que a maior parte desses materiais seja convertida em novos produtos ecológicos, ampliando, assim, a circularidade e a inclusão produtiva.
Paralelamente, a empresa, portanto, adota práticas ambientais em suas instalações e embarcações. No estaleiro de Niterói, desde 2024, são implementadas ações como reaproveitamento de água da chuva por tanques de captação e, além disso, uso de painéis solares para geração de energia, otimizando recursos e reduzindo custos operacionais.
Além disso, atualmente, a Camorim está, portanto, em fase de implantação do Programa de Coleta Seletiva, iniciado em 2025. Assim, a iniciativa aprimora a separação e destinação de resíduos, garantindo tratamento adequado. Como parte do programa, a companhia adquiriu uma prensa hidráulica para enfardamento de papel, papelão e plástico, o que, consequentemente, otimiza o armazenamento, facilita a logística e agrega valor aos recicláveis. A estimativa, portanto, é reduzir em 30% o volume de resíduos até o fim de 2026, segundo a gestão ambiental da empresa.
Adicionalmente, outra ação relevante foi a introdução, em 2024, do Projeto Luz-Terra nos portos do Rio de Janeiro e de Itaguaí. Assim, os rebocadores passam a receber energia de fonte fixa em terra durante a permanência nos portos, o que, por consequência, equivale ao sequestro de carbono de 75.500 árvores, área superior a 40 mil m² de floresta, conforme estimativas operacionais.
Por fim, Eduardo Adami, vice-presidente da Camorim, destacou, em 2025, que “as equipes buscam soluções criativas para mitigar impactos ambientais na terra e no mar”, além de firmar parcerias com impacto social, reforçando o desenvolvimento sustentável no setor marítimo e para a sociedade.
Sobre a Camorim — A Camorim Serviços Marítimos, empresa 100% brasileira, completa 30 anos de atuação em 2025. Considerada um hub 360° em logística e navegação, emprega mais de 1.300 colaboradores, opera mais de 150 embarcações, mantém estaleiro em Niterói com Terminal de Uso Privado (TUP) e atua, portanto, nos portos do Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Pará e Maranhão.

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