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Atenção beneficiários do Bolsa Família: pagamento de janeiro já tem data, calendário do NIS 1 ao 0, extras por criança e alerta do CadÚnico para não perder o benefício

Escrito por Ana Alice
Publicado em 16/01/2026 às 19:28
Pagamento do Bolsa Família de janeiro de 2026 começa em 19/1 e segue por NIS até 30/1. Saiba valores, adicionais e regras. (Imagem: Lyon Santos/ MDS)
Pagamento do Bolsa Família de janeiro de 2026 começa em 19/1 e segue por NIS até 30/1. Saiba valores, adicionais e regras. (Imagem: Lyon Santos/ MDS)
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O pagamento de janeiro de 2026 começa em 19 de janeiro e segue o final do NIS até 30 de janeiro, com valores a partir de R$ 600 e adicionais por composição familiar, além de regras de renda e atualização no CadÚnico.

Calendário do Bolsa Família em janeiro de 2026 pelo final do NIS

O pagamento do Bolsa Família referente a janeiro de 2026 começa na próxima segunda-feira, 19 de janeiro, conforme o calendário anual definido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

A liberação segue o escalonamento pelo dígito final do NIS (Número de Identificação Social) e vai até 30 de janeiro.

Pelas regras divulgadas pelo MDS, os repasses ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês, com exceção de dezembro, quando há antecipação do cronograma.

A operacionalização do pagamento é feita pela Caixa Econômica Federal, na condição de agente operador do programa.

Datas de pagamento do Bolsa Família em janeiro: NIS final 1 a 0

Em janeiro, o calendário começa com o NIS final 1 em 19 de janeiro.

Na sequência, recebem os beneficiários com NIS final 2 em 20 de janeiro e final 3 em 21 de janeiro.

O depósito para NIS final 4 está previsto para 22 de janeiro, e o do final 5, para 23 de janeiro.

Na semana seguinte, os pagamentos seguem com final 6 em 26 de janeiro e final 7 em 27 de janeiro.

Depois, o cronograma prevê o NIS final 8 em 28 de janeiro e o final 9 em 29 de janeiro.

O último dia do calendário, 30 de janeiro, fica para o NIS final 0.

Em municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou calamidade pública, o MDS informa que o pagamento pode ser unificado no primeiro dia do calendário, independentemente do final do NIS.

Como consultar o NIS e movimentar o benefício no Caixa Tem

A orientação do ministério é que a família verifique o último dígito do NIS, impresso no cartão do programa, para localizar o dia correspondente no calendário oficial.

O próprio MDS registra que o escalonamento segue a lógica de liberar primeiro o final 1, depois o final 2 e assim sucessivamente, até o dígito 0.

Os valores podem ser movimentados pelo Caixa Tem, usados com o cartão em compras na função débito ou sacados em terminais de autoatendimento, lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.

No comunicado do MDS, o saque é descrito como realizado sem cobrança de taxas.

Já o informe técnico do ministério também aponta um prazo para movimentação: as parcelas mensais ficam disponíveis por até 180 dias a partir da data indicada no calendário; após esse período, os valores são restituídos à União.

Para dúvidas e orientações, o mesmo documento menciona canais oficiais de atendimento, como o Disque Social 121 e o serviço CAIXA ao Cidadão 111.

Valor do Bolsa Família: mínimo de R$ 600 e adicionais por família

O MDS informa que o valor mínimo transferido pelo Bolsa Família é de R$ 600 por domicílio, com possibilidade de adicionais conforme a composição familiar.

Ao divulgar o calendário de 2026, o ministério afirmou que “o pagamento mantém o modelo já adotado pelo programa, garantindo organização, segurança e regularidade no acesso ao benefício pelas famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o país”, em declaração atribuída à secretária de Renda de Cidadania, Eliane Aquino.

As regras do serviço oficial do governo detalham que a cesta do programa inclui o Benefício de Renda de Cidadania, de R$ 142 por integrante, e o Benefício Complementar, pago quando a soma dos benefícios não alcança R$ 600, completando a diferença.

Além disso, há o Benefício Primeira Infância, de R$ 150 por criança, destinado às famílias com crianças de 0 a 7 anos incompletos.

O Benefício Variável Familiar, de R$ 50 por integrante, é previsto para famílias que tenham gestantes, nutrizes ou crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos.

Como o valor final depende da composição informada no cadastro e do enquadramento nas regras, o total recebido pode variar entre famílias.

Nesse cenário, o governo orienta a acompanhar a situação e as mensagens do programa pelos aplicativos oficiais e pelo extrato de pagamento, que podem trazer avisos e convocações administrativas.

Quem tem direito ao Bolsa Família: renda de até R$ 218 e CadÚnico atualizado

Para entrar no Bolsa Família, a principal regra é a renda mensal por pessoa.

O serviço oficial informa que, se a renda per capita for de até R$ 218, a entrada no programa pode ocorrer, desde que a família esteja inscrita no Cadastro Único e passe pela análise do sistema.

O mesmo conteúdo explica que a inclusão não é automática, porque a seleção considera critérios do programa e o limite orçamentário.

Ainda assim, a atualização de informações é tratada como essencial: o MDS afirma que os dados devem ser revisados sempre que houver mudança na composição familiar, endereço, renda ou situação escolar, com atualização no máximo a cada 24 meses para evitar interrupções.

Na etapa de manutenção do benefício, o ministério também associa a continuidade ao cumprimento de condicionalidades, como frequência escolar de crianças e adolescentes e acompanhamento de saúde de gestantes, crianças e nutrizes, seguindo orientações do SUS.

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Ana Alice

Redatora e analista de conteúdo. Escreve para o site Click Petróleo e Gás (CPG) desde 2024 e é especialista em criar textos sobre temas diversos como economia, empregos e forças armadas.

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